Imersão clínica para ginecologistas-obstetras que conduzem insulinoterapia no DMG

Mesmo que você ainda se sinta inseguro, tenha pouca vivência com casos insulinodependentes na sua rotina clínica, dependa do endócrino ou nunca tenha ajustado uma dose de insulina na prática.

O sucesso do tratamento não está só na insulina. Está em você saber conduzir, adaptar e negociar com sua paciente. Porque nesse tema, errar não é uma opção.

Por que é possível conduzir o tratamento do DMG com segurança mesmo sem ser endócrino?

O cenário clínico exige isso:

A insegurança vem da falta de um raciocínio estruturado:

E é isso que você vai aprender aqui:

Mesmo que você não seja iniciante, talvez se reconheça nesses pontos:

Essa imersão foi criada justamente para esse ponto da sua jornada. Não para ensinar o básico. Mas para te dar segurança prática para conduzir variações clínicas, alinhar decisões, orientar com firmeza e parar de se sentir sozinho(a) nas decisões difíceis.

Você não vai sair dessa Imersão como um especialista em insulina.

O que esta Imersão não promete:

E é isso que você vai aprender aqui:

Parte 1 – Os fundamentos que você aprendeu na residência… mas nunca aplicou com confiança no DMG real

Mesmo conhecendo os protocolos, esses detalhes técnicos fazem toda a diferença no dia a dia do consultório:

Parte 2 – 14 Casos clínicos reais para mostrar que insulina sozinha não resolve nada

Cada caso foi escolhido para revelar dilemas reais de quem conduz o DMG no dia a dia:

1 ano de acesso

DE R$ 597,00

Por R$ 197,00

ou 12x de R$ 19,70

Quem somos

Somos um time de médicos obstetras, pesquisadores e professores universitários que dedicaram suas carreiras ao estudo e à evolução do conhecimento sobre o diabete gestacional. Ao longo das últimas décadas, estivemos na linha de frente da pesquisa científica, da formação de profissionais e da criação de diretrizes que hoje impactam a prática médica em todo o país.

Nossa trajetória começou na Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP, onde construímos um dos principais centros de investigação sobre o DMG no Brasil. Desde 1978, desenvolvemos estudos pioneiros, implementamos mudanças no rastreamento e manejo da hiperglicemia na gestação e formamos gerações de médicos e pesquisadores.

Nossa equipe é formada por:

Prof. Dra. Marilza Vieira Cunha Rudge

Professora emérita da Faculdade de Medicina de Botucatu, professora sênior, pesquisadora 1A do CNP. Foi Reitora da UNESP, idealizadora do Centro de Investigação do diabete Perinatal e coordenadora de projeto temático da FAPESP. Referência nacional e internacional no estudo do DMG.

Prof. Dra. Iracema Mattos Paranhos Calderon

Professora titular de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Coordenadora do Centro de Investigação de Diabete Perinatal. Pioneira na criação do modelo experimental de diabete gestacional. Pesquisadora principal do projeto temático da UNESP/FAPESP.

Prof. Dra. Claudia Garcia Magalhães

Professora Doutora de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Responsável pela implementação da atenção às gestantes e integração com a atenção básica. Pesquisadora do projeto temático da UNESP/FAPESP.

Prof. Dr. Roberto Antônio de Araújo Costa

Professor Doutor em Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Coordenador do Conselho do Curso de Medicina da FMB. Responsável pelo atendimento a gestantes com DMG e pesquisador do projeto temático da UNESP/FAPESP.

F A Q

Perguntas Frequentes

Em 6 horas ninguém aprende nada que realmente mude a prática.

Ninguém se torna especialista em 6 horas — e nem é essa a proposta. O objetivo aqui é dar um passo realista e concreto em direção à autonomia clínica. Você vai sair da aula com clareza sobre o que fazer nos primeiros passos da insulinoterapia e como conduzir a relação com o endocrinologista com mais segurança. Principalmente para quem vê poucos casos por ano, esse tipo de clareza faz toda a diferença.

Justamente por isso o encontro é necessário. A residência oferece a base teórica, mas não dá volume de casos suficientes para formar segurança. A imersão não substitui a vivência prática — mas aproxima o raciocínio clínico da realidade por meio de casos reais, com complexidade progressiva, comentados por quem já criou protocolos práticos de atendimento. É como observar, analisar e decidir junto com os especialistas.

 São raros, sim — mas quando chegam, são críticos e exigem posicionamento clínico imediato. Mesmo sem prescrever insulina, o GO precisa saber estabelecer metas, conduzir os primeiros passos e manter o cuidado obstétrico sob sua responsabilidade. Não dá para errar nesses casos. Não é a frequência que define a importância.

E está tudo bem continuar contando com o apoio dele. A questão é que, sem clareza clínica, o GO delega o acompanhamento da paciente e perde a autonomia sobre decisões que impactam diretamente a saúde da gestante e do feto. a imersão ajuda você a continuar trabalhando em parceria, mas como estrategista do cuidado, e não apenas como encaminhador.

E essa é uma das questões mais debatidas na imersão. A adesão não depende só da indicação clínica, mas da forma como o médico conduz o processo, se comunica e negocia com a paciente. O encontro vai mostrar por que a insulinoterapia é uma mesa de negociação e quais os caminhos para construir confiança, mesmo diante de resistência, medo ou rotina incompatível.

Última chance para garantir sua vaga!

As vagas são limitadas e o conhecimento deste workshop pode mudar sua prática obstétrica para sempre.

F A Q

Perguntas Frequentes

Esse conteúdo não é muito obstétrico?

Sim, ele traz o olhar obstétrico que geralmente falta no consultório do endocrinologista. E é justamente isso que o torna valioso. Ao entender como o GO define metas, quais riscos obstétricos estão em jogo e por que certas decisões são tomadas, você melhora a sintonia da condução compartilhada e evita desencontros que comprometem o cuidado. É uma chance rara de aprofundar-se na interface entre especialidades com foco prático.

 

Você não vai rever o básico de DM. O foco é o diabete gestacional com insulinoterapia, sob a ótica de desafios específicos da gestação: padrões glicêmicos que não seguem a lógica do DM2, metas clínicas voltadas ao feto, impacto da dieta e horários, e o raciocínio do obstetra ao indicar ou ajustar a conduta.
É uma abordagem que complementa o conhecimento endócrino, oferecendo contexto, critérios obstétricos e nuances que não aparecem nos protocolos tradicionais.

O objetivo aqui não é revisar o que você já domina, mas oferecer uma visão integrada da insulinoterapia no contexto obstétrico. A proposta é mostrar como os ajustes glicêmicos impactam diretamente nas decisões obstétricas — e como a atuação conjunta com o GO pode ser mais estratégica, especialmente em gestantes com padrão glicêmico instável ou resistência clínica à adesão. A endocrinologia conhece a insulina. A obstetrícia conhece a gestação. Aqui, unimos os dois olhares.

 

“Em 3 horas ninguém aprende nada que realmente mude a prática.”
Ninguém se torna especialista em 3 horas — e nem é essa a proposta. O objetivo aqui é dar um passo realista e concreto em direção à autonomia clínica. Você vai sair da aula com clareza sobre o que fazer nos primeiros passos da insulinoterapia e como conduzir a relação com o endocrinologista com mais segurança. Para quem vê poucos casos por ano, esse tipo de clareza faz toda a diferença.

 

Se nem na residência a gente aprende isso direito, não é em um workshop que vai resolver.”
Justamente por isso o encontro é necessário. A residência oferece a base teórica, mas não dá volume de casos suficientes para formar segurança. O workshop não substitui a vivência prática — mas aproxima o raciocínio clínico da realidade por meio de casos reais, com complexidade progressiva, comentados por quem já criou protocolos práticos de atendimento. É como observar, analisar e decidir junto com os especialistas.

São raros, sim — mas quando chegam, são críticos e exigem posicionamento clínico imediato. Mesmo sem prescrever insulina, o GO precisa saber estabelecer metas, conduzir os primeiros passos e manter o cuidado obstétrico sob sua responsabilidade. Não dá pra errar nesses casos. Não é frequência que define importância.

E justamente por isso o apoio precisa ser mais estratégico. Quanto mais você entende da lógica da condução obstétrica, mais efetiva é sua contribuição como endocrinologista. a imersão mostra como essas decisões são tomadas do ponto de vista obstétrico — e como o trabalho conjunto pode evitar erros, reforçar adesão e garantir metas clínicas que favoreçam mãe e bebê.

E você não deve ser mesmo. O objetivo aqui é justamente mostrar que as metas obstétricas são responsabilidade do GO — e que seu papel como endocrino é ajustar a conduta sem desconectar do planejamento obstétrico.

Ao compreender melhor os objetivos do GO, você protege sua atuação e fortalece a parceria, evitando erros de foco. Este workshop te ajuda a aliviar esse peso — não a aumentá-lo.