O DMG precoce ainda não é reconhecido e isso gera complicações piores que o DMG tardio.
O DMG não termina no parto. Ele impacta toda a vida da mulher, da sua prole e das próximas gerações.
Neste workshop, você vai descobrir como aplicar essa abordagem na sua prática clínica e garantir que suas pacientes nunca mais desapareçam do seu consultório, mesmo após o parto.
Este é um conteúdo exclusivo, baseado em ciência de ponta, não encontrado em congressos ou livros didáticos atuais.
Isso significa que a curto e médio prazo, seu consultório pode se tornar uma referência para toda uma geração de pacientes.
Se você já entendeu que os novos paradigmas do DMG te permitem construir uma prática obstétrica mais sustentável, aqui vai a grande sacada: essa oportunidade já existe. E você pode estar deixando ela passar todos os dias.
Afinal, quem são essas pacientes que podem transformar sua agenda a longo prazo?
Hoje, existem milhões de mulheres que tiveram DMG durante a gestação e estão completamente sem acompanhamento médico, simplesmente porque, até pouco tempo atrás, o DMG era tratado apenas como uma condição passageira da gravidez.
Essas mulheres não sabem que o risco continua.
Não sabem que o DMG exige acompanhamento ao longo da vida.
Não sabem que isso pode afetar também sua prole e se repetir nas próximas gerações — especialmente se tiverem filhas mulheres.
Essas mulheres precisam de orientação e de acompanhamento. Elas precisam de você.
E cabe a você, obstetra, levar essa informação até elas — despertando a consciência, oferecendo o cuidado que elas ainda não receberam e se posicionando como referência nesse novo paradigma.
Se ninguém está falando sobre isso… você pode ser a referência nesse atendimento. E aqui entra o grande erro da maioria dos obstetras: eles deixam essas pacientes irem embora sem nunca mais voltar.
Só que agora você sabe que o DMG não termina no parto.
Estudos recentes apontam que o DMG já é considerado uma epidemia global e uma das maiores preocupações globais na saúde materna. A questão não é mais SE o manejo do DMG vai mudar, mas QUANDO.
Você vai se atualizar agora ou ficar para trás?
As estimativas no Brasil são conflitantes, mas estima-se que a ocorrência de diabetes mellitus (DM) tipo 1 (DM1) na população de gestantes é de 0,1% por ano; a de DM tipo 2 (DM2), 2 a 3% por ano; e a de diabetes gestacional (DMG), 12 a 18%, dependendo dos critérios diagnósticos utilizados e da população estudada.
A prevalência de hiperglicemia durante a gravidez pode variar dependendo dos critérios diagnósticos utilizados e da população estudada. Segundo estudos populacionais recentes, a prevalência de DMG varia de 1% a 37,7%, com média mundial de 16,2%. Na atualidade, estima-se que um em cada seis nascimentos ocorra em mulheres com alguma forma de hiperglicemia durante a gestação, e 84% desses casos seriam decorrentes do DMG.
O Brasil é o quarto país do mundo entre os países com maiores taxas de DM na população adulta, com um total de 14,3 (12,9-15,8) milhões de pessoas de 20 a 79 anos com DM, o que levaria ao gasto anual de pelo menos US$ 21,8 bilhões (International Diabetes Federation, 2015).
Fonte:
https://sanarmed.com/diabete-mellitus-gestacional-dmg-abordagem-de-risco/ / https://www.diabeteatlas.org/upload/resources/previous/files/7/IDF%20diabete%20Atlas%207th.pdf
Somos um time de médicos obstetras, pesquisadores e professores universitários que dedicaram suas carreiras ao estudo e à evolução do conhecimento sobre o diabete gestacional. Ao longo das últimas décadas, estivemos na linha de frente da pesquisa científica, da formação de profissionais e da criação de diretrizes que hoje impactam a prática médica em todo o país.
Nossa trajetória começou na Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP, onde construímos um dos principais centros de investigação sobre o DMG no Brasil. Desde 1978, desenvolvemos estudos pioneiros, implementamos mudanças no rastreamento e manejo da hiperglicemia na gestação e formamos gerações de médicos e pesquisadores.
Professora emérita e professora sênior da Faculdade de Medicina de Botucatu. Pesquisadora 1A do CNPq. Foi reitora da UNESP, idealizadora do Centro de Investigação do Diabete Perinatal e coordenadora de projeto temático da FAPESP. Referência nacional e internacional no estudo do DMG.
Professora titular de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Coordenadora do Centro de Investigação de Diabete Perinatal. Pioneira na criação do modelo experimental de diabete gestacional. Pesquisadora principal do projeto temático da UNESP/FAPESP.
Professora Doutora de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Responsável pela implementação da atenção às gestantes e integração com a atenção básica. Pesquisadora do projeto temático da UNESP/FAPESP.
Professor Doutor em Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Coordenador do Conselho do Curso de Medicina da FMB. Responsável pelo atendimento a gestantes com DMG e pesquisador do projeto temático da UNESP/FAPESP.
Sim, e o link será enviado pelo grupo VIP no WhatsApp.
O curso ficará gravado e você ainda terá acesso por 30 dias após o evento ao vivo.
Esse evento foi feito para todos os ginecologistas e obstetras – dos recém-formados aos mais experientes. Não importa há quanto tempo você atende, esses conceitos podem ser aplicados imediatamente na sua prática.